Despertar a vontade de ler está umbilicalmente atrelada ao prazer que sentimos na leitura. Pessoalmente, nas minhas lembranças, acredito que devo a comprovação desta verdade á minha professora de português, Dona Regina, que sabia como ninguém conduzir os alunos (ou “ sua crianças”) a descobrir o caminho da leitura, levá-los aos primeiros passos, e depois sabiamente deixá-los caminhar sozinhos pelas estradas das letras e das estórias que mais os agradassem.
Apresentou-me o agradável mundo de Monteiro Lobato, em que a leitura preenchia tanto nosso universo juvenil que não nos importávamos de ler duas ou três vezes a mesma estória. Numa época em que nossa mente nem como ficção sonhava com a tecnologia da informação e em que os televisores eram raríssimos, ela nos apresentava o mundo através dos livros do “Tesouro da Juventude”, que nos trazia conhecimentos e informações de lugares que nos pareciam inatingíveis.
Apresentou-me o agradável mundo de Monteiro Lobato, em que a leitura preenchia tanto nosso universo juvenil que não nos importávamos de ler duas ou três vezes a mesma estória. Numa época em que nossa mente nem como ficção sonhava com a tecnologia da informação e em que os televisores eram raríssimos, ela nos apresentava o mundo através dos livros do “Tesouro da Juventude”, que nos trazia conhecimentos e informações de lugares que nos pareciam inatingíveis.
Nos anos seguintes, com o gosto pela leitura já aguçado, ela nos trazia os romances açucarados de José Mauro de Vasconcelos, de leitura facilmente compreensível, de um cotidiano que todos nós conhecíamos. Ela sabia que daí em diante os caminhos da leitura estavam abertos e eram múltiplos. Lembro-me dos seus conselhos: “leia muito, e não só livros, leia tudo, jornais, revistas, gibis, pois aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa e nunca se arrepende.”
Abraços,
Edna Luísa
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